Quem lidera a geração Y?

Olá, mundo!

Depois de algumas experiências profissionais, já é possível pensar no que agrada e no que não agrada. Os profissionais da minha geração, a chamada Geração Y, são movidos por uma paixão muitas vezes incompreensível no mundo corporativo. Incompreensível e igualmente surpreendente quando se trata de profissionalismo e dinamismo.

E para satisfazer os desejos profissionais dessa turma cada vez mais atuante no mercado de trabalho, os líderes estão buscando adequar seu perfil também. Rigidez, inacessibilidade e entraves na comunicação dão lugar agora a flexibilidade, gestão participativa e diálogo.

O jovem profissional que sai da universidade procura um local livre para colocar suas idéias em prática e espaço para discutir práticas e ações organizacionais. O chefe que não permite que isto aconteça torna o clima organizacional pesado e compromete a produtividade dos colaboradores dessa geração.

Esta é uma das razões pelas quais os jovens com esse perfil não se interessam tanto pela carreira no serviço público. Os que se interessam são movidos principalmente pela possibilidade de acumular renda para realizar outras pretensões na carreira e não pela famigerada estabilidade (como a muitos “concurseiros”).

O líder sonhado pelos profissionais Y deve estar de acordo com questões como proteção e defesa do meio-ambiente, responsabilidade social e deve agir com transparência. Caso contrário, eles abandonam a causa e continuam a busca até encontrarem um local onde se sintam amparados e compreendidos.

Mente aberta, acesso ao diálogo e flexibilidade são marcas jovens que podem acompanhar qualquer líder, independentemente da geração à qual pertence. Construir uma equipe forte é um dos grandes desafios dos grandes representantes corporativos, porém ter pessoas com quem contar para fazer isso já pode ser meio caminho andado. E isso já faz toda a diferença no rumo que a empresa pode tomar e no desenvolvimento da carreira dos jovens profissionais da era 3.0.

Por Marcela Conceição

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