A vida (re)começa a cada decisão

Amigos leitores,

Sobre a capacidade de tomar uma decisão que seja dolorosa, mas que pode fazer diferença no que se vai viver no futuro. Falar em futuro sempre parece distante, mas é mais um dia, do mesmo jeito, com as mesmas pessoas, com os mesmos recursos. No último mês tenho observado muito pessoas próximas a mim e tentado entender porque algumas coisas simplesmente não funcionaram para elas. A conquista de tudo na vida é muito matemática. Você tem aquilo que você planeja, conta, faz, busca e entende que não ganha nada sem que você perca alguma coisa. As pessoas querem viver o bônus de tudo na vida, mas não querem passar pela parte difícil (o acordar cedo, se preocupar com casa, carro, comprar comida etc).

Outro ponto que tem me deixado tensa e triste neste último mês é o quanto algumas pessoas simplesmente não conseguem ser gratas por absolutamente nada. Você dá algo e ainda não é o suficiente. Dia desses li numa frase que às vezes é preciso doer como nunca para não doer nunca mais. Algumas feridas nossas precisam ser fechadas a sangue frio, para que nunca mais incomodem. Cada um de nós pode fazer um movimento para impulsionar mudanças. Se os outros não vão mudar mesmo, mudemos nós. De repente algo pode acontecer. Se não acontecer com o outro, acontecerá conosco e no final das contas é isso que importa.

Decidir é doloroso, mas fundamental. Decidir no momento certo, então, pode mudar o rumo de sua vida. Quantas vezes hesitamos e permanecemos presos a situações de desagrado que nos impedem de crescer? Por outro lado, quantas pessoas você conhece que estavam à beira do abismo e resolveram tomar um posicionamento e viver de maneira diferente e hoje tem lindas histórias de vida para compartilhar? Sair da zona de conforto nunca é fácil, mas é a melhor decisão que se pode tomar na vida.

Esta mensagem é geral, mas se de repente você achar que tem relação com sua vida, repense e se posicione. Nunca é tarde para começar a criar suas próprias oportunidades. Pode ser um trabalho ruim, a falta de trabalho, familiares ruins que vivem à sua volta, pode ser péssimos amigos ou ainda maus hábitos que nem você suporta mais ter. A sua comodidade encontra representação em várias coisas, pessoas e situações. Busque identificar o que pode estar fora do lugar e aproveite a energia de renovação que todo janeiro traz para fazer um detox geral e começar a viver de maneira mais decente, digna e feliz. Afinal de contas, quem está aqui para sofrer?

Mais do que isso, somos seres dotados de inteligência e é uma ofensa ao Criador não se reinventar, não se adaptar, não se abrir para mudanças. O ano está começando e eu estou tendo decisões duras, assim como vocês, para tomar. Muitas delas não vão agradar muitas pessoas, mas já tomei decisões que também não me agradam e por necessidade em algum momento eu as tomei. Nesse caso, quero viver a partir deste ano em paz, com plenitude e prosperidade em todas as áreas da vida e isso inclui estar o máximo de tempo deste ano e dos próximos apenas com as pessoas que me trazem bons sentimentos, boas emoções e paz.

E vocês, o que desejam viver este ano?

8/365

Marcela Brito sou eu: muitas mulheres, muitas facetas, uma só identidade. Alguém com missão, paixão e coragem.

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1 Comentário para A vida (re)começa a cada decisão

  1. Carla janeiro 10, 2018 at 4:21 pm #

    Maravilhoso esse texto, professora Marcela.

    Para mim foi um sinal de Deus.

    Parabéns!!

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