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Qualidade de vida: será possível?

Olá, mundo!

Quantas vezes no seu dia você respeita os horários de refeição e descanso? Você tira seu horário de almoço integral ou engole a comida em 20 minutos? Você pratica esportes ou leva uma vida sedentária? Velhas perguntas clichês para um problema que tem ganhado uma enorme proporção e merece importância.

As pessoas estão constantemente ocupadas, sem tempo para ver os amigos, sem tempo para um dia de lazer ou, pior, sem tempo para cuidar de si mesmas. O dia-a-dia nos traz atividades intensas e como se não bastasse nos comprometemos com mais tarefas. Antes de aceitarmos novas atividades, o importante é avaliarmos o que será realmente aproveitável para nossa vida.

O conceito de qualidade de vida se tornou o carro-chefe das empresas na pós-modernidade. Mas será tendência, realidade ou moda? Faz bem e é rentável dizer que sua organização aplica a qualidade de vida no trabalho, ajudando os colaboradores a serem mais preocupados com a própria saúde e seus hábitos fora do ambiente corporativo também. Mas será que as pessoas assimilam, de fato, esta idéia?

Profissional, ser 3.0 também é sinônimo de ter amor próprio e cuidar de seu corpo, portanto, eu convido você a pensar a qualidade de vida como uma necessidade e não como um conceito, uma tendência. E qualidade de vida é relativo, pois cada pessoa sabe o que lhe faz bem e o que é mais adequado para sua rotina.

Tente não negligenciar seus horários de almoço, ou as pausas às quais você tem direito durante o dia de trabalho. Coma frutas, tenha um almoço rico em verduras, legumes e grãos. E o mais importante de tudo: não deixe de estar perto das pessoas que você ama e investir tempo com elas. Isso fará diferença em sua longevidade.

Por Marcela Conceição

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